Erasmus+, No more walls, just bridges – mobilidade final virtual

No âmbito do projeto Erasmus+, No more walls, just bridges, realizou-se a última mobilidade de forma virtual. Esta mobilidade que deveria ter acontecido em março de 2020, em Geel, na Bégica, foi adiada por um ano devido à Covid19. No entanto, e como a situação pandémica se manteve, os países parceiros, do projeto, decidiram realizar algumas das atividades que estavam previstas serem presencias, de forma virtual. O tema desta mobilidade seria a Arte. Desta forma, no primeiro dia, os alunos foram desafiados a resolverem um Kahoot com preguntas sobre o mundo artístico dos cinco países. De seguida e sob o subtema, Art Alive, cada grupo de trabalho apresentou recriações de obras de artistas conceituadas no seu país. Os artistas escolhidos pelos alunos portugueses foram Vhils e Henrique Pousão. Visionaram-se ainda vídeos que constituíram tarefas de preparação para esta mobilidade.

No segundo dia, e com o subtema Adotar o passado, salvar o futuro, apresentaram-se os monumentos “adotados” em cada um dos países, a saber: Portugal, o Castelo de Campo Maior; Bélgica, o Ghatuisfarm de Geel; Itália, o Masseria Caggiano de Bari; França, o Collegiale Saint-Martin de Montmorency; e Roménia, a Jewish Synagogue de Satu Mare.

No terceiro, e último dia, deu-se especial atenção à herança imaterial de cada um dos países. Cada país apresentou este património da forma mais interessante possível, assim surgiram mostras de património paisagístico (em direto de um parque natural), étnico (penteado de tranças africanas) e cultural (museu e pregadeira de cariz sentimental). Portugal enviou aos seus parceiros papel e arame, já devidamente cortados, para construírem uma papoila, segundo a técnica das flores das festas do povo. Foi mostrado um tutorial, gentilmente filmado no Centro Comunitário de Campo Maior, em que se explica, passo a passo, como construir esta flor.

Após estes três, os parceiros, estudantes e professores, despediram-se já com saudades e com vontade de arregaçar as mangas e trabalhar nos próximos projetos em que estamos envolvidos.